Hoje, domingo 17 de maio de 2009, um domingo, sim, interessante, porque professo a fé cristã, fé na qual foi a de minha formação.
Entretanto, durante muitos anos acalentei um debater interno interessante, porque muita gente vincula a prática de uma religião a efetivamente fazer parte e comparecer periodicamente a uma instituição religiosa. Isso é o que não concordo e não entendo.
Ora, comparo a situação a escola, vamos ao primário, ginásio, sgundo grau, alguns, faculdade, outros poucos mestrado, e alguns afortunados doutorado.
Mas se efetivamente não tem uma finalidade em aprender, para que frequentar uma instituição de ensino?
Tá certo, os defensores "frequencionistas" me diriam que tem de ir para "louvar" a DEUS, ou para não ocorrer como a história da brasinha "não esfriar na fé".
Mas pensemos, por mais beato que se possa ser, você passa mais tempo fora da igreja, terreiro, sinagoga, centro ou seja lá o que for.
Todo mundo separa um tempo para trabalho, para exercicios fisicos, lazer ou qualquer outra atividade, logo, cabe ao próprio separar um tempo para o exercício espiritual, seja coletivamente (junto a instituição religiosa) ou individual, fazendo-o de forma própria. Prefiro a segunda.
Quanto ao esfriamento da fé, a firmeza da ideologia ou crença se tiver de perder-se ocorrerá onde quer que seja.
Não se pode acreditar no argumento de que "a comunhão dos irmão o ajuda a não apostatar" isso porque há muitos casos em que "irmãos" o empurram muito mais a apostasia, enquanto não participantes da mesma fé tem um exemplo mais bonito de companheirismo e humanidade.
O próprio Cristo confirma isso ao mencionar a parábola do Samaritano.
Enfim, temos de ser felizes onde quer que estejamos, porque a vida é apenas uma.
Boa semana a todos.