Escrevi certa vez:
sábado, 3 de maio de 2008
O direito internacional de se foder
Às vezes observamos que pessoas que gostamos irão tomar decisões que certamente lhes serão desfavoráveis.
Por mais que isso nos incomode, temos de ter em mente que todos tem o "Direito Internacional de se Foder."
Isto se deve ao fato de ser melhor se arrepender por uma escolha própria do que de um conselho infeliz.
Entretanto, não se pode culpar quem aconselhou, afinal, para que um conselho venha a ser seguido, certamente uma decisão de foro íntimo foi tomada.
Pense nisso !
Marcelo
Contudo, temos de analisar a tênue linha imaginária (mas nem por isso dificil de se perceber) que nos distingue do momento em que exercemos o direito acima citado ou de quando fazemos o papel de nosso amigo da ilustração.
Claro que irão argumentar que o direito internacional de se foder engloba o mais puro e valioso direito de ser "JUMENTO DO DIA".
Tudo bem, mas ainda assim, fazendo Justiça a tão difamado animal, o direito de ser JUMENTO, difere do direito de ser TOLO.
O Jumento é teimoso, obstinado no que quer e não se deixa dobrar, salvo com violência, enquanto o Tolo não valoriza suas escolhas, atitudes e muito menos a si mesmo.
O que somos? JUMENTOS ou TOLOS? firmes em nossos propósitos, dispostos a errar tentando ou que agem sem pensar e tomam atitudes que certamente irão gerar consequências lamentáveis?
Sabe, muitas vezes a vida não dá uma segunda chance, por isso é válido pensar no agir.
Com presteza podem alegar que sempre é possivel recomeçar, argumento ao qual não posso discordar, entretanto, iniciar a estrada já sabendo que se esteve muito a frente é indiscutivelmente doloroso.
Por isso, fica a reflexão, é sempre proveitoso pensar antes de agir, não é?
Compensa muito mais perder (investir na realidade) tempo refletindo do que recolhendo os escombros e reconstruindo.
Fazer o que quer custe o que custar, mesmo custando muito mais do que se pode suportar vale realmente a pena?
Finalizo desafiando aqueles que apreciam o direito internacional de se foder a ousar e analisar cada passo para efetivamente errar por contigência da vida, afinal quem não erra? ao invés de se complicar por situações efêmeras as quais os prazeres se evaporam, mas as prestações de vida ficarão por tempo indeterminado.
sábado, 28 de novembro de 2009
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2 comentários:
Tem determinadas situações da vida que nos levam a ser o jumento e outras a sermos tolos.
Diz-se o ditado que BONZINHO SÓ SE FODE!!!
rsrsrs
Interessante dilema: agir ou não, tomar decisões ou esperar...
Se vale para alguma coisa, basta procurar o equilíbrio: não é preciso experimentar cocaína para saber que ela faz mal; no entanto, a única maneira de descobrir se uma relação pessoal terá sucesso ou não será através da experimentação...
Ser "Jegue" ou não, o que realmente importa é que, ao fim de cada experiência, possamos crescer, melhorar, avançar, evoluir...
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